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Polícia Civil prende homem apontado como responsável pela expansão do TCP

Integrante do TCP é preso na Zona Oeste A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (3), um homem apontado como integrante do Terceiro Comando Puro (TCP) duran...

Polícia Civil prende homem apontado como responsável pela expansão do TCP
Polícia Civil prende homem apontado como responsável pela expansão do TCP (Foto: Reprodução)

Integrante do TCP é preso na Zona Oeste A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (3), um homem apontado como integrante do Terceiro Comando Puro (TCP) durante uma operação nas comunidades do Pombo Sem Asa e do Guandu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a polícia, Vitor da Silva Ferreira, o Vitinho, foi localizado no interior de um centro religioso e detido sem resistência. Contra ele, havia um mandado de prisão preventiva por tráfico de drogas e organização criminosa. Vitinho foi levado para a delegacia. A TV Globo não conseguiu contato com a defesa dele. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Vitor da Silva Ferreira, o Vitinho, foi preso em um centro religioso Divulgação/PCERJ Segundo as investigações da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF), Vitinho é apontado como responsável pela expansão territorial do TCP nas regiões de Vargem Pequena e Vargem Grande, além de atuar na segurança armada e no apoio ao domínio das áreas. A Polícia Civil afirma que Vitinho integrava o núcleo operacional ligado ao traficante Gabriel da Silva Alves, o GB, apontado como uma das principais lideranças da facção e que atua a partir do Complexo da Maré. Ainda segundo a corporação, o avanço do grupo ocorre em meio a disputas com facções rivais e tem provocado episódios de violência na região. As investigações também indicam que o TCP passou a adotar práticas como a cobrança ilegal de taxas de moradores e comerciantes. Um dos casos citados pela polícia é o assassinato da líder comunitária Frauzenete Soares da Silva, ocorrido em Vargem Pequena em abril do ano passado. De acordo com as investigações, ela se opunha à atuação do grupo na região. Após o crime, o filho da vítima teria sido ameaçado e expulso da comunidade.

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