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Ed Motta chega para prestar depoimento sobre confusão em restaurante

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Ed Motta chega para prestar depoimento sobre confusão em restaurante
Ed Motta chega para prestar depoimento sobre confusão em restaurante (Foto: Reprodução)

Ed Motta na chegada à 15ªDP (Gávea), para prestar depoimento Rafael Nascimento/ g1 O cantor e compositor Ed Motta chegou às 10h14 para prestar depoimento nesta terça-feira (12) na 15ªDP (Gávea) sobre a confusão no restaurante Grado, no Jardim Botânico, no último dia 2. Semana passada, após ser intimado, ele avisou que estava viajando. Ed e amigos se desentenderam com funcionários e outros frequentadores. Uma das pessoas que acompanhava o cantor, Nicholas Guedes Coppim, é investigado por dar um soco e arremessar uma garrafa durante a confusão. Ele responde por lesão corporal. Segundo um depoimento à polícia, a garrafa bateu na parede a frente e estilhaçou. Ela tinha sido arremessada com tanta força, diz o depoimento, que chegou a quebrar um relógio na parede. A garrafa tinha mais quase que o dobro de tamanho de uma garrafa normal. Ed Motta na chegada à delegacia para prestar depoimento Rafael Nascimento/ g1 Ed Motta presta depoimento sobre confusão em restaurante Rafael Nascimento/ g1 Ed é investigado por injúria por preconceito contra um funcionário. O crime prevê pena de reclusão de 1 a 3 anos. Um funcionário da casa relatou em depoimento na delegacia que Ed Motta fez ofensas xenofóbicas contra nordestinos. O cantor teria dito ao barman da casa: "Vai tomar no c* seu filho da put* paraíba", entre outras ofensas. Um relato do funcionário também foi exibido no Fantástico. Dentro da delegacia, o cantor e compositor foi conduzido para a sala onde foi prestar depoimento, acompanhado pelos advogados e pelos responsáveis pela investigação Taxa de rolha Ed Motta é esperado para depor nesta terça sobre confusão no Grado Os desentendimentos começaram por causa da cobrança de taxa de rolha da casa. O barman explicou que Ed Motta não costumava pagar a taxa quando ia sozinho ou somente com a esposa ao estabelecimento mas que, como havia mais seis pessoas na mesa, a taxa foi cobrada, o que deixou o artista descontente com a situação. Outros funcionários também corroboraram com o relato em depoimentos à polícia. Um dos homens que estava com Ed, Nicholas Guedes Coppim, teria perguntado, em tom irônico: "Você gosta de mulher ?", o que deixou o funcionário constrangido. Nesse momento, Ed teria dito: "Olha, o babaca está rindo. Nunca vi esse babaca rindo. Está sempre de mal com a vida, esse paraíba". Em seguida, o cantor teria colocado a taça de vinho no balcão e acrescentado: "Vou embora antes que eu faça alguma coisa com um desses paraíbas", antes de se levantar e dizer: "Cambada de paraíba". Depois, ainda teria se virado para o funcionário e falado: "Vai tomar no c* seu filho da put* paraíba". Imagens mostram que o cantor ainda jogou uma cadeira, que não atingiu ninguém. 🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum detalhe. Baixe o GloboPop. Ed Motta atira cadeira em restaurante do Rio Reprodução A confusão, que começou por um desentendimento entre pessoas que estavam na mesa de Ed e funcionários, posteriormente, passou a envolver frequentadores da mesa ao lado. Imagens e depoimentos indicam que uma pessoa desta mesa foi agredida com uma garrafada e um soco. Os agentes da 15ª DP (Gávea) investigam se houve dois crimes: a lesão corporal contra uma pessoa da mesa vizinha à do cantor, investigação na qual o Ed Motta está classificado como testemunha; e injúria por preconceito, onde ele seria autor. A defesa de Ed Motta negou agressão por parte dele e disse ao Fantástico que o artista saiu indignado devido ao atendimento. O advogado de Nicholas Guedes Coppim, que é investigado por lesão corporal, afirmou ao Fantástico que o cliente está à disposição das autoridades, assim como a defesa de Diogo Couto, que também estava envolvido na confusão. A defesa de Diogo disse que o cliente repudia qualquer ato de violência.

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