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Conselho Fiscal rejeita contas do Rioprevidência pela 1ª vez e aponta problemas em aportes no Master

RioPrevidência Reprodução O Conselho Fiscal do Rioprevidência (Confis) rejeitou por unanimidade as contas do fundo relativas a 2025 após concluir que o bal...

Conselho Fiscal rejeita contas do Rioprevidência pela 1ª vez e aponta problemas em aportes no Master
Conselho Fiscal rejeita contas do Rioprevidência pela 1ª vez e aponta problemas em aportes no Master (Foto: Reprodução)

RioPrevidência Reprodução O Conselho Fiscal do Rioprevidência (Confis) rejeitou por unanimidade as contas do fundo relativas a 2025 após concluir que o balanço não refletiu adequadamente a deterioração dos investimentos ligados ao Banco Master, liquidado extrajudicialmente em novembro daquele ano. Segundo o próprio Confis, é a primeira vez de que se tem registro que as contas anuais do Rioprevidência são rejeitadas pelo Conselho Fiscal. Um dos pontos levantados pelo Conselho é que o Rioprevidência contabilizou ao longo de 2025 rendimentos obtidos com aplicações no Master. No Plano Previdenciário, por exemplo, foram registrados R$ 826,17 milhões em receitas financeiras — valor que, segundo a área técnica, incluía rendimentos das letras financeiras do banco. Para o Confis, registrar esses ganhos não era um problema enquanto os investimentos estavam em situação normal. A crítica é ao que aconteceu depois: com a liquidação do Master e a piora drástica da perspectiva de recuperação do dinheiro, o fundo deveria ter calculado e refletido no balanço as perdas esperadas com esses ativos. Segundo o parecer, isso não foi feito de forma suficiente. O resultado, na avaliação do Conselho, é que as contas podem ter apresentado uma situação patrimonial melhor do que aquela que efetivamente poderia ser realizada. Agora no g1 25% do total no fundo no Master A exposição do Rioprevidência ao conglomerado havia chegado a aproximadamente R$ 2,618 bilhões em 31 de julho de 2025 — mais de 25% dos recursos aplicados pelo fundo no recorte analisado pelo Conselho. Parte desses investimentos foi feita mesmo depois de alertas sobre os riscos das operações. Além da contabilização dos ativos ligados ao Master, o Conselho apontou diferenças sem explicação suficiente entre os resultados apresentados pela contabilidade e pela área de investimentos.

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